Curso de Conselheiros do Luto
marca ®egistada do Espaço do Luto
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temas |
módulos | lições | |||||
| o Luto: porque o fazemos? | 1 | |||||||
| O Luto é inevitável? | 1 | ver datas | ||||||
| Os afetos: alicerce da existência? | em Agenda | |||||||
| A essência da vida: onde a encontrar? | 2 | |||||||
| O corpo e o sexo condicionam o luto? | 3 | |||||||
| Qual a origem dos comportamentos do luto? | 4 | |||||||
| o Luto: como o fazemos? | 2-3 | |||||||
| O Luto sadio: como se vivencia? | 5-6 | valor de cada módulo € 75,00 |
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| Modelo de Vivências do Luto Sadio | 7-11 | |||||||
| Clepsidra: uma alegoria do luto | 12 | |||||||
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| o Luto: como o apoiamos? | 4-5 | |||||||
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O que exige a pessoa em luto? | 13 | ||||||
| Como falar com a pessoa em luto? | 14 | |||||||
| Como realizar o Apoio ao Luto? | 15-20 | |||||||
| o Luto: práticas de Apoio ao Luto | 6 | |||||||
| Sessão individual | 21-22 | |||||||
| Grupo de Apoio | 23 | |||||||
| Supervisão | 24 | |||||||
| clique nos temas para ver mais detalhes | ||||||||
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o Luto: porque o fazemos?
O Luto é inevitável? É indispensável fazer o luto? Há um luto em português?
Os afetos: alicerce da existência? Uma viagem à construção dos laços afetivos A necessidade de relacionamentos A afeição mútua Que relacionamentos estabelecemos? Quais os relacionamentos da essência da vida? Laço Afetivo de Proximidade Filial Laço Afetivo de Proximidade Parental Laço Afetivo Chegado Conjugal Paixão Intimidade Compromisso Qual a importância da amizade? Como nos relacionamos com os amigos? Há limites para a amizade? É possível a amizade nos laços familiares? Onde se originam os laços afetivos? |
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A essência da vida: onde a encontrar? O que somos? O como e o porquê da existência? Dimensão visível e submersa do ser A essência da vida: finalidade ou fatalidade? A perpetuidade: imperativo ou capricho? Reproduzir O legado do caráter A herança do conhecimento Legado e herança: repetição ou acumulação? Sobreviver Sobrevivência e subsistência Triangulação da sobrevivência Interação social A fala: a arma do homem sábio |
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O corpo e o sexo condicionam o luto? Como vemos o corpo? Coerência na multiplicidade A mulher e o homem: que diferenças? Dois sexos, dois legados? O homem e a mulher no perpetuar Fertilizar e monitorizar a humanidade A gravidez: nove, dezoito ou oitenta e quatro meses? O homem e a mulher na vivência do luto |
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Qual a origem dos comportamentos do luto? Quando associamos emoções a expectativas? Emoções e Sentimentos Expectativas emocionais Expectativas Emocionais e Emoções O que esperamos de quem amamos? Expectativas emocionais no laço afetivo filial Expectativas emocionais no laço afetivo parental Expectativas emocionais no laço afetivo chegado |
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o Luto como o fazemos?
O Luto sadio: como se vivencia? Como comprovo a perda? A perda é irreversível? O que perdi, realmente? Que competências possuo para lidar com o que perdi? Como é o novo quotidiano sem o que perdi? Choro a pessoa amada perdida ou o que perdi de mim com a sua ausência? Quais as caraterísticas do luto? Percurso gradual de vivências Sentido único |
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Modelo de Vivências do Luto Sadio Pressupostos do Modelo Vivencial Como reagimos às perdas? O pesar O luto O nojo Objetivo e fundamentos científicos Utensílio de autoajuda e de apoio informal e institucional As Vivências do Luto Vivências de Contraste Vivências de Sujeição à Perda Vivências de Assimilação da Perda Vivências do Processo Vivência Global do Choque Vivências Específicas do Negar, Verificar, Torpor e Ânimo Vivência Global da Descrença Vivências Específicas da Busca do Ente Querido Vivência Específica do Desencontro Vivências de Transição, da Frustração e do Desespero Vivência Global do Reconhecimento Vivências Específicas da Raiva, Tristeza, Culpa e Depressão Vivências Intermédias da Esperança e do Anseio Vivências de Assimilação do Reconhecimento Vivência Global da Superação Todos as perdas são superáveis? Vivência Específica da Aceitação
Vivência Específica da Conformação Perda não expectável
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Clepsidra: uma alegoria do luto |
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o Luto: como o apoiamos?
O que exige a pessoa em luto? Triangulação do Apoio ao Luto Presença Escuta Tolerância Como corresponder às exigências da pessoa em luto? |
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Como falar com a pessoa em luto? O que não dizer? O que é possível dizer? |
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Como realizar o Apoio ao Luto? Qual é o objetivo? Quem o solicita? Quando é realizado? O apoio continuado O apoio em crise Onde deve ser realizado? Quem o realiza? O Conselheiro do Luto Como é realizado? Proximidade territorial e saúde pública Distanciamento Humano Linguagem Tipos de Apoio ao Luto Sessão de apoio ao luto Identificação do enlutado e caraterização do luto Receção ao enlutado Partilha do luto Conclusão Dossiê da Pessoa em luto formulário a) Identificação da Pessoa em Luto formulário b) Informações complementares sobre a Pessoa em Luto formulário c) Registo das Vivências de Contraste partilhadas na Sessão de Apoio. formulário d) Contextualização e acompanhamento da Pessoa em Luto Conduta do Conselheiro do Luto Supervisão Apoio ao Luto em grupo Grupo de Partilha Grupo de Entreajuda Acesso ao grupo de apoio ao Luto Princípios do grupo Direitos e deveres do participante Funcionamento do grupo Dinâmica dos encontros Análise dos encontros e supervisão Temas dos encontros 1º encontro - O que somos! Quem sou! Eis quem perdi! Eis o que espero! 2º encontro - Eis a história do meu luto!... 3º encontro - Será que vou voltar a bem viver? 4º encontro - Estou em desassossego. O que busco? 5º encontro - É um assunto de que não se fala!... 6º encontro - Sinto uma tristeza aflitiva. Irá ser sempre assim? 7º encontro - Sinto uma raiva feroz!... 8º encontro - O culpado sou eu!... 9º encontro - Sinto-me deprimido. Estou doente? 10º encontro - O que perdi, realmente? 11º encontro - Aceito ou conformo-me com a perda? 12º encontro - Sinto-me em paz!... Dossiê do Grupo de Apoio ao Luto formulário e) Registo do funcionamento e da partilha Supervisão |

