Leituras sobre o luto

 

 

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Amor, Luto e Solidão

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DESATAR O NÓ DO LUTO


O que é o luto?
Porque necessitamos de o fazer?
Será o luto uma doença?

Eis apenas três das múltiplas questões com que correntemente nos confrontamos quando refletimos sobre a perda de entes queridos. Em virtude de uma dolorosa experiência pessoal que lhe roubou a vida da esposa e das filhas, o autor, neste livro de afetos, pondera sobre a necessidade de os conquistar e preservar, sobre o sofrimento que advém da sua perda e sobre o caminho necessário para os transformar em doces e suaves memórias.

Temas como o percurso da existência, do nascimento à despedida; a essência da natureza humana, a necessidade de amar; e o processo de luto, o seu significado, as fases em que se desenvolve, o sentido da sua vivência e realização, vão sendo abordados neste livro. A perda de crianças e o apoio à pessoa e à família em luto, nomeadamente através de grupos de entreajuda, são igualmente analisados como contributo de auxílio a todos quantos viveram, ou vivem, a perda de pessoas amadas e aos que com eles se sentem solidários.

 

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AMOR, LUTO E SOLIDÃO


 

Como construir e preservar o amor?

Que trilhos adotar no divórcio e no luto?

Como evitar a solidão?

Os laços de afeto que mantemos com as pessoas são a base da nossa vida emocional.

Mas o que acontece quando essas ligações se quebram por morte ou divórcio?

Amor, luto e solidão são os vértices de um triângulo de existência percorrido no folhear das páginas, em que são dadas respostas a como construir e preservar o amor conjugal, que trilhos adotar no luto e se é inevitável a solidão.

A perda da pessoa com quem um dia decidimos partilhar toda uma vida constitui um golpe bem rude nos sentimentos, emoções e expectativas que devotávamos ao sentido real da nossa existência: o amor.

Neste livro, o leitor realiza uma viagem simples, serena e aconchegante ao mundo da construção, da manutenção e da perda dos afetos, seguindo um roteiro em que o amor é a força motriz que o fará transpor, de forma sadia, o tenebroso túnel do luto e da solidão.

 

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DEFILHAR: COMO VIVER A PERDA DE UM FILHO


 

É possível superar a morte de um filho?

Como nos conformarmos com um filho deficiente?

É um luto ser pai ou mãe de um toxicodependente?

Três questões para as quais são abertos caminhos de resposta nesta obra.

Indispensável para os pais em luto e para quem com eles se sinta solidário e os deseje ajudar

Um filho é para os seus pais uma esperança de felicidade. Em redor deste propósito gera-se, desde muito cedo na vida, uma ampla expetativa que alimenta de afeto os passos do quotidiano.

O anseio de alegria pode ser cruelmente estilhaçado quando se perde o bem mais precioso ou a fantasia de afeto que sobre ele se tinha desenvolvido. Um tsunami destrói todo o caminho palmilhado e o trajeto almejado para o futuro. O caos instala-se nas emoções.

É possível acender uma luz que alumie os pais enlutados no túnel denso da sua escuridão e sofrimento? Há um sentido para tamanha dor? É possível superar a perda de um filho?

Através de uma escrita simples, sensível e rigorosa, o autor auxilia-nos numa viagem segura pelo mar encapelado do defilhar, uma palavra nova que concede uma merecida identidade social aos pais vítimas da perda de uma fatia do seu amanhã.

O livro começa por refletir sobre um dos anseios e sentires mais profundos da natureza humana, a gestação e educação de um filho. De seguida, aflora, com a delicadeza necessária, alguns dos infortúnios que podem atingir os filhos e que mais amarguram os pais, como a morte, a deficiência física ou mental e o consumo de estupefacientes.

Os caminhos de superação do defilhar são abertos na última parte da obra, assumindo que não é doentio sofrer e expressar a dor, qual o tempo do luto e quais as consequências para os pais e os irmãos da perda de um membro da família.

Enfim, como, após a tragédia mais temida, nos pacificamos com o passado.

 

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